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Dilma Rodrigues: Escolher a Contabilidade como profissão foi uma decisão muito agradável
Desenvolver uma visão lógica e estratégica sobre gestão e números, além de poder oferecer aos clientes informações relevantes, as quais os auxiliam nas tomadas de decisões que, por diversas vezes, são cruciais para o sucesso do negócio”. Essa é a opinião da Profissional da Contabilidade Dilma Rodrigues, sócia-diretora da Attend Assessoria, Consultoria e Auditoria S/S, que optou pela profissão por “inspiração” que adquiriu por meio de seu pai, que sempre atuou na área e fundou o escritório, o qual já tem 30 anos.

Segundo Dilma, seu ingresso na Contabilidade se deu quando ela era muito jovem. No escritório, conheceu toda rotina para obter experiência na profissão. Entre suas principais responsabilidades, destaque para os lançamentos contábeis, o cuidado da parte burocrática de abertura, fechamento e alteração contratual de empresas, independente do porte ou segmento, reconciliação de contas patrimoniais, seguros, impostos a recolher, encargos trabalhistas, entre outras pertinentes a área. “Escolher a Contabilidade como profissão foi, para mim, uma decisão muito natural e agradável”, conta.

Formada em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP no ano de 2007, Dilma hoje atua como diretora com foco nas áreas de Contabilidade, Recursos Humanos e Departamento Administrativo. Ao ser questionada sobre as desvantagens do segmento, Dilma afirma: “como em todo negócio há proveitos e inconvenientes. No nosso caso, a principal dificuldade gira em torno das legislações que mudam de maneira frenética. É preciso estar 24 horas atento para acompanhar esse universo de leis, decretos, instruções normativas, normas, atos, entre outros, que, para piorar a situação, em sua grande parte, não apresentam textos de fácil entendimento.”

Entre os livros que mais gostou de ler, destaque para “O Reverso da Medalha”, de autoria de Sidney Sheldon, que conta a saga de Kate Blackwell, herdeira de uma imensa fortuna construída sobre a exploração e o comércio de diamantes na África do Sul, e que não deixava ser passada para trás em hipótese alguma. Contudo, o poder e a riqueza vêm acompanhados de tragédia e maldição, que envolve quase todos os seus familiares. Outra obra é “A Cabana”, de William P. Young, uma das mais vendidas do mundo, a qual aborda a questão recorrente da existência do mal por meio da história de Mack Allen Philips, um homem que vive sob o peso de ver sua filha Missy, de seis anos, ser raptada durante um acampamento no fim de semana. A garota nunca foi encontrada, porém sinais de que ela teria sido assassinada são evidências em uma cabana nas montanhas. Vivendo sob uma profunda depressão, três anos e meio após o fato, ele recebe um bilhete supostamente escrito por Deus, convidando-o para uma visita a essa mesma cabana.

A melhor música, para ela, é “How Can I Go On” do Freddie Mercury e Montserrat Caballe. Nas horas vagas, Dilma gosta de desfrutar dos bons momentos com família e amigos. “São momentos muito especiais para serem desperdiçados”. Além disso, ela acha extremamente importante acreditar em Deus em todas as circunstâncias e “ser uma pessoa que contribui, mesmo diante da minha pequenez, para o bem da humanidade.”

Se não fosse Contadora, Dilma se tornaria chef de restaurante ou confeitaria. Outra opção seria assessora de cerimônias e eventos. Casada desde 2008 com Felipe Vicari, é mãe de dois filhos: Lorenzo, de quase quatro anos, e a pequena Louise, de um ano e meio.

Para os próximos anos, seus planos profissionais são se especializar ao máximo nas regras que tratam as Normas Internacionais de Contabilidade – IFRS e continuar acompanhando as novidades do segmento, uma vez que, em virtude das constantes mudanças na legislação e crescente exigência das obrigações contábeis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias, a atualização profissional deve ser constante: “Foi-se o tempo que concluir a graduação era sinônimo de aptidão para desempenhar funções. Agora, este requisito é apenas o básico”. Neste sentido, ela ressalta o trabalho do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo – Sindcont-SP, “um órgão sério, que caminha ao lado dos profissionais da área, para nos apoiar diante de tanta novidade que envolve o setor. Sempre que posso participo dos cursos, palestras e eventos promovidos pela Entidade, os quais são extremamente enriquecedores e elucidativos, por causa do alto nível dos palestrantes, a qualidade das atividades e a interação com o público presente”.
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